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POLITICA

Garcia diz que presidente Lula transforma situação em palanque eleitoral ao não sentar para dialogar com os EUA

Por Da redação Leiagora
Publicado em 07-08-2025 às 10:34hrs
Chefe da Casa Civil de MT reforça que obrigação de negociar é do Executivo nacional, mas que o governo estadual está sensível à situação do setor produtivo local e quer negociar
Garcia diz que presidente Lula transforma situação em palanque eleitoral ao não sentar para dialogar com os EUA

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), avaliou que o governo federal, mais especificamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está transformando o imbróglio do 'tarifaço' de Donald Trump em palanque eleitoral, quando não estabelece uma conversa diplomática. Segundo ele, a responsabilidade de negociação com o governo norte-americano é inteiramente do Executivo nacional e, especialmente, do presidente da República, assim como a conduta adotada por outros chefes de Estado.

“A responsabilidade principal é do governo federal brasileiro, é do presidente da República. Ele tem a responsabilidade de abrir diálogo e resolver essa questão do tarifaço, como todos os outros presidentes das repúblicas, que foram impostas tarifas pelos americanos, assim o fizeram. Sentaram, dialogaram com o presidente americano e buscaram uma solução. O governo federal não pode se esquivar dessa responsabilidade, nós não podemos utilizar essa questão do tarifaço como palanque eleitoral”, criticou.

Garcia reconheceu os impactos que a medida trará para setores produtivos mato-grossenses, mais especificamente ao madeireiro, e disse que o governo está sensível à situação. Porém, reforçou que cabe ao governo federal a negociação. “Óbvio que a gente está disposto a sentar com o setor para dialogar sobre as formas como a gente pode tentar amenizar esse impacto que eles estão sofrendo, mas a responsabilidade principal é do governo federal brasileiro”.

Questionado sobre a possibilidade de o governo estadual, diante de sua condição fiscal confortável, estudar uma maneira de subsidiar o setor madeireiro, com créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS), por exemplo, Garcia disse que ainda não houve demandas à Casa Civil e que isso precisa ser avaliado ‘com responsabilidade’.

“Eu desconheço os pleitos, não chegaram até a Casa Civil, para fazer as coisas com responsabilidade. É importante que esses pleitos cheguem à Casa Civil para que a gente possa analisar de fato a legitimidade, a legalidade e os impactos, para que a gente possa abrir esse diálogo. Mas posso dizer que a gente está aberto ao diálogo e a gente é sensível ao que está acontecendo com o setor madeireiro”.

         

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