SEGURANÇA

Convocados para a PM agradecem Max Russi por articulação que garantiu novas nomeações

Por Da Assessoria
Publicado em 17-06-2026 às 14:45hrs
Chamamento de 450 aprovados do cadastro de reserva foi anunciado após tratativas conduzidas pelo presidente da Assembleia junto ao governo estadual

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), recebeu o agradecimento de candidatos convocados para atuar na Polícia Militar após articulação do deputado que resultou na decisão do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) de chamar 420 alunos-soldados e 30 alunos-oficiais.

A reunião ocorreu na manhã desta terça-feira (16), no gabinete do governador. Em conversa com Max e o chefe do Executivo estadual, o vice-presidente da Comissão dos Convocados, Joeliton Lemes Ferreira, agradeceu pelo chamamento.

“Agradecer ao deputado, ao governador em nome de todos os aprovados pela sensibilidade que os senhores tiveram conosco. Não é só olhar os aprovados, mas a segurança do Mato Grosso. Por isso viemos agradecer, pois confiamos que daqui para frente todos estão aptos para colaborar com a segurança do Estado. A gente vê que o governo tem se empenhado para que isso aconteça. Podem contar conosco”, declarou.

As nomeações contemplam 420 alunos-soldados e 30 alunos-oficiais, todos integrantes do cadastro de reserva dos concursos realizados em 2022.

A convocação dos aprovados é resultado de uma articulação direta do presidente da Assembleia, que se reuniu com Pivetta em maio para apresentar a necessidade de reforçar o efetivo policial no interior do estado.

Crédito: Gil Gomes

Thayná Beatriz Carneiro também aguarda ser convocada para atuar como soldado da Polícia Militar. Ela relata que o marido, atualmente lotado em Nova Maringá (378 km de Cuiabá), é uma inspiração para seguir a carreira, além de destacar que sua motivação também está relacionada ao cenário preocupante da violência contra as mulheres em Mato Grosso.

“Nós estamos bem esperançosos para que a gente tenha êxito no que viemos buscar. São quase quatro anos em uma luta e vivendo incertezas. Hoje, primeiramente como mulher e sendo mãe, a gente vê o quanto é importante essa posição. Nós vivemos um momento de medo e insegurança para nós mulheres, enquanto eu puder buscar por mim e pela minha filha, eu estarei lutando”.

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