
Segundo Pivetta, o planejamento começa pela garantia do equilíbrio financeiro do Estado, condição que considera necessária para manter a folha de pagamento em dia e assegurar a capacidade de investimentos públicos.
“Eu vou pagar em dia as contas, valorizar o servidor e sentar para conversar sem conversa fiada. Quero fazer o que o povo quer que seja feito”, declarou.
O governador também destacou a necessidade de conciliar a capacidade de investimento do Estado com a concessão de reajustes salariais ao funcionalismo. Como exemplo, citou obras e medidas na área da saúde que, segundo ele, exigem recursos públicos.
“Faz investimento ou administra a folha de pagamento. Tenho que terminar 4 hospitais, botar para funcionar, contratar mais hospitais particulares para prestar serviço. Nós estamos fazendo isso. Nosso Fila Zero, neste ano, já fez 350 mil procedimentos. Não quero ninguém na fila sentindo dor”, afirmou.
Pivetta ainda disse que pretende dialogar com a vice de sua chapa à reeleição, Gisela Simona (União), que é servidora pública há 25 anos, para construir um plano de valorização do funcionalismo estadual.
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