
“É um momento delicado. A gente tem que ter um pouco de paciência. É um problema bom, mas é um problema. Isso está afetando diretamente todas as obras. E não é só no Mato Grosso, não”, disse Mendes, tentando relativizar a demora.
O contrato com o Consórcio BRT foi rompido e os trechos deveriam ser concluídos em três meses, mas o prazo venceu e o canteiro continua aberto. Mesmo assim, o governador mudou o tom: “Tenho visto a empresa trabalhar lá, tenho visto hoje em todo o estado de Mato Grosso as empresas com dificuldade de performar por falta de mão de obra. Isso é um gravíssimo problema que nós estamos tendo hoje”.
Mendes chegou a admitir que o governo pressiona as construtoras sem resultado: “A gente está apertando as empresas, ameaçando, mas não adianta...”. Segundo ele, empreiteiras já rescindiram contratos por não conseguir contratar trabalhadores. “Uma boa empresa me disse: ‘Olha, estou com 150 vagas em aberto’. Não consegue em Mato Grosso, estou tentando recrutar na Bahia, estou tentando recrutar no Nordeste. Ficamos lá dois meses e recrutamos 20 pessoas para vir trabalhar”.
A promessa inicial de entregar o modal em outubro de 2024 já ficou para trás. Agora, o governador insiste que o atraso não é culpa do Estado, mas de um país inteiro sem mão de obra.
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