
O conselheiro Alisson Alencar participou, nesta terça-feira (07), do painel “Inteligência Artificial na Administração Pública” durante a Washington & Lincoln Conference 2026, em Orlando/Flórida (EUA), um dos mais relevantes encontros internacionais nas áreas de controle, inovação e gestão pública. O evento reúne especialistas do Brasil e do exterior para debater os desafios e as oportunidades da transformação digital no setor público.
Durante sua palestra, Alisson Alencar ressaltou o uso responsável da IA na gestão pública, assim como o papel estratégico dos Tribunais de Contas no fortalecimento da administração pública diante do avanço tecnológico. Segundo ele, a incorporação da Inteligência Artificial deve ocorrer de forma responsável, com critérios claros de governança e foco em resultados concretos para a população.
Representando o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), também agradeceu o convite do presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Edilson Silva, e do presidente do Instituto Rui Barbosa (IRB), Edilberto Pontes Lima, ressaltando a importância da integração entre instituições, academia e iniciativa privada para o avanço da auditoria de algoritmos no setor público.
O conselheiro destacou ainda que a adoção dessas tecnologias precisa ser orientada para garantir melhorias reais no acesso, na qualidade e na eficiência dos serviços públicos. Para isso, defendeu a importância de uma atuação técnica e consciente por parte dos gestores públicos.
Em sua fala, o conselheiro também chamou atenção para a necessidade de modernização dos próprios órgãos de controle. Ele enfatizou que, diante da crescente utilização de algoritmos na gestão pública, é fundamental que as instituições se qualifiquem para exercer uma fiscalização eficiente. “Como órgãos de fiscalização, temos o dever de avaliar as tecnologias utilizadas pelos municípios em seus processos de transformação digital. Precisamos nos capacitar para compreender e auditar esses algoritmos. Isso exige um trabalho conjunto com a iniciativa privada e a academia, reunindo conhecimento técnico multidisciplinar para que a auditoria de algoritmos se torne central em nossas atividades”, destacou.
O conselheiro Alisson Alencar reforçou que a integração entre setor público, iniciativa privada e instituições acadêmicas é essencial para garantir que o uso da Inteligência Artificial seja ético, transparente e voltado ao interesse público.
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