
As lideranças políticas não mandatárias que pretendem disputar a eleição no próximo ano já vêm se articulando nos bastidores para garantir espaço em algum partido político. Entre elas está o ex-governador Pedro Taques, que pretende retornar ao cenário político eleitoral em 2026.
Para tanto, ele já tem movimentado os pauzinhos. Além de estar mais ativo em suas redes sociais, com posicionamentos duros e até polêmicos, ele também tem estreitado relações com o PSB, enquanto o presidente da Assembleia Legislativa Max Russi (PSB) já dá como certa a sua saída da agremiação.
Taques trabalha no construção de um novo grupo político para assumir a legenda e não deixar que ela "morra" no Estado. Isso porque não é só Russi quem deve deixar a sigla.
Os deputados Beto 2 a 1, Fabio Tardin e Drº Eugênio também não pretendem continuar no partido socialista para a próxima eleição. A tendência é que todos os parlamentares, hoje do PSB, migrem para o Podemos.
Neste sentido, Taques estaria aproveitando essa futura debandada, que deve ocorrer apenas durante a janela partidária que abre em abril do ano que vem, para encampar o seu grupo dentro do partido e ganhar musculatura para o pleito de 2026.
O ex-governador, contudo, ainda mantém as tratativas sob sigilo. Ele ainda não admite que irá assumir as rédeas do PSB, mas expõe a negociação. “Ainda só conversa. Max fez crescer o PSB no estado, ele está de parabéns, um partido que tem história, mas eu não falo “sobre herança de quem ainda não morreu”. Ele [Max] ainda não saiu”
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